terça-feira, 19 de abril de 2011

Cauã Reymond protaganiza um Gay no Cinema




Vale a pena ficar de olho e marcar na agenda para conferir este filme:

Será no dia 10 de junho a estréia do aguardado longa “Estamos Juntos”, que tem o lindo Cauã Reymond no papel de um DJ gay. Leandra Leal também protagoiza o filme dirigido por Toni Ventura (de Rita Cadilac, a Lady do povo).

O papel de Cauã
Na pele de um DJ homossexual, o ator Cauã Reymond declarou que não teve problemas em protagonizar um beijo com o ator argentino Nazareno Casero. “Ele é bem resolvido e eu também. Então não teve crise. Demos dois tapinhas nas costas. Perguntei: É isso o que a gente vai ter que fazer?”, revelou ele sobre os bastidores do longa. Para interpretar o papel, Cauã fez laboratório em clubes gays como a The Week e conversou com profissionais da área.

Sobre o que achou de beijar um homem, Cauã foi enfático: “No ‘ação’ a gente fez, mas barba espeta e não é legal. Os argentinos têm muita barba (risos).”

terça-feira, 12 de abril de 2011

Virada Cultural

Matéria informativa do site UOL 12/04/11

A Virada Cultural, realizada pela Prefeitura de São Paulo, chega em 2011 a sua 7ª edição. Como acontece tradicionalmente, o evento vem recheado de atrações interessantes, muitas delas ligadas ao universo LGBT.

Nesse sentido, o grande destaque deste ano é Marina Lima. Aos 55 anos, a veterana cantora e compositora carioca surgirá à 1h da manhã de domingo, no Palco Arouche, no Largo do Arouche. Marina deve entoar canções mais recentes, mas certamente relembrará seus clássicos, como "Fulgás", "Eu Te Amo Você", "Pessoa" e "Pra Começar", entre outros.

Antes de Marina, sobe ao palco às 23h o ídolo pop dos 80, Ritchie. O músico inglês vai brindar o público com seus hits "Menina Veneno" e "Casanova", entre outros

O Palco Júlio Prestes, por sua vez, aposta no rock. Rita Lee abre os trabalhos ali, às 18h de sábado. A Rainha do Rock vai disparar seus inúmeros hits clássicos como "Ovelha Negra", "Lança Perfume" e "Saúde". Às 16h de domingo, Evandro Mesquita e sua banda Blitz reacendem a new wave brasileira. E fechando o palco, às 18h, outra banda oriunda da new wave e do rock brasileiro dos 80: RPM, devidamente liderada por Paulo Ricardo.

Passeando por ritmos menos roqueiros, vale conferir o technobrega de Gaby Amarantos, do Pará, às 6h da manhã de domingo no Palco Barão de Limeira. No Palco República, às 16h de domingo, a sambista assumida Martnália faz seu show. E no Palco XV de Novembro, às 14h de domingo, a cantora Maria Alcina se junta ao ídolo pop gay Edy Star, e os dois cantam a obra de Assis Valente - compositor gay, que se suicidou em 1958, autor de pérolas como a natalina "Noite Feliz".

Para os amantes do eletrônico, diversas pistas darão conta do recado. Entre elas, a Pista Largo São Francisco, que conta com os DJs Patife, Renato Ratier e Renato Cohen, entre outros. Na Pista Ladeira da Memória, destaque para o DJ Renato Lopes, e na Pista Major Sertório Mauro Borges toca às 2h de domingo.

Quem optar pelo cinema, pode se jogar no Cine Dom José, que fará uma retrospectiva do chamado Cinema Catástrofe, que dominou Hollywood nos anos 70. Entre outros, serão exibidos clássicos como "O Destino do Poseidon" (72) e "Inferno na Torre" (74).

O Palácio do Cinema abre suas duas salas, cada uma com um tema. Na Sala 1, Cinema Para Ver e Dançar exibe grandes musicais, como "Um Dia em Nova York" (49), "Cabaret" (72), "Jesus Cristo Superstar" (73) e "Hair" (79), e alguns exemplares gays, como "Hedwig" (2000) e "The Big Gay Musical" (2009).

Na Sala 2, o tema é Divas na Telona, com filmes como o brasileiro "As Sete Vampiras" (85), "Pink Flamingos" (72, estrelado pela travesti Divine), "Dreamgirls" (06, com Beyoncé), e "Evita" (96, estrelado por Madonna).

Enfim, tem para todos os paladares. Confira a imensa programação completa no site do evento

sábado, 9 de abril de 2011

Filme novo no Cinema ***Contracorrente

O peruano "Contracorrente" marca uma bem-sucedida estreia em longas do peruano Javier Fuentes-Léon, que também assina o roteiro. A história pode ser definida como o dia em que "Dona Flor e Seus Dois Maridos" encontra "O Segredo de Brokeback Mountain" - com ênfase na melancolia do segundo, ao invés da comédia do primeiro. O diretor Fuentes-Léon dribla com criatividade as limitações orçamentárias. O cotidiano do vilarejo incorpora os temas que o diretor pretende discutir com seu filme - como o amor entre dois homens, a descoberta e aceitação da identidade de cada um. As pessoas com quem Miguel se relaciona no seu dia-a-dia (sua mulher, outros pescadores, seu filho) impulsionam a narrativa. O que traz força para essa história são seus personagens muito humanos e repletos de nuance. Desde o pescador que nem sempre sabe lidar com sua bissexualidade, até o fotógrafo bem resolvido, passando pela mulher de Miguel, que fica dividida entre o amor pelo marido e o preconceito enraizado em sua educação. Nessa educação, aliás, é estranho que homem veja novela - eles têm de gostar de futebol - por isso, Mariela dá um sorriso sem graça quando diz para as amigas que Miguel vê a reprise da brasileira "Direito de Amar" e gosta muito de Lauro Corona. Ganhador de diversos prêmios, entre eles o de público do Festival de Sundance do ano passado, "Contracorrente" é, com sua delicadeza, um filme poderoso. Ao falar do amor, faz um retrato da hipocrisia. Estréia 08 de abril de 2011

quarta-feira, 6 de abril de 2011

Brokeback Mountain

Matéria sobre a sexualidade do ator do filme, deixa todo mundo curisoso, e você? Veja abaixo ( mundo mais abril.2011 ) Em entrevista no Jimmy Kimmel Live, Jake Gyllenhaal colocou mais lenha na fogueira ao falar sobre sua sexualidade. O astro, que já namorou beldades como Reese Witherspoon e Taylor Swift, nunca ligou muito para o fato de dizerem que ele dá "seus pulos" com outros homens longe das câmeras e afirma apenas que é bem resolvido sexualmente, se envolvendo exclusivamente com mulheres, acreditem ou não. No programa, ele apimentou ainda mais a conversa ao dizer que a "fama" de gay surgiu depois que ele protagonizou O Segredo de Brokeback Mountain, papel pelo qual ele foi indicado ao Oscar de melhor ator coadjuvante. O mais interessante da conversa, no entanto, foi que Gyllenhaal citou um amigo de infância que ele conhece desde os seis anos e que sempre o acompanha quando ele está viajando a trabalho. "Uma vez nós estávamos em Londres e ele estava me ajudando a dar um nó na minha gravata. Meu agente e uma jornalista entraram na sala na mesma hora e ficaram sem graça, pedindo desculpas, como se estivéssemos num momento muito íntimo. Tentamos explicar, mas era tarde", brinca. Gyllenhaal conta ainda que ele e seu amigo, que é estilista, usam um apelido carinhoso para chamar um ao outro e que no Bafta, quando o ator ganhou um prêmio, os dois se abraçaram e disseram: "é isso aí, querido", deixando os rumores ainda mais fortes.